sexta-feira, 27 de agosto de 2010


Do infinito



Eu pude notar pelo caminho que deixei
atrás de mim, que eu agora enxergava.
Era um novo lugar, onde disseram-me, que
eu poderia ser quem eu quisesse.
Poderia voltar a minha essência
e mostrar o quão pura a alma era.

O caminho , era infinito, eu ainda não o conhecia.
E a luz que via ao horizonte, nada mais era que um brilho, que sempre ali esteve.
Em meus tijolos de puro ouro, aos meus pés em sapatos escarlates.
Eram minhas armas.

Eu atuei em campos que me pertenciam,
e me encontrei nos meus delírios.
Como um sonho infantil, eu notava.
O prazer de tantas vidas em mim, e de minha vida inteira.

Era mais que Oz, e ainda magia,
era minha atuação.
Era o que eu sempre tive
e que agora acordava em mim.

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