domingo, 18 de setembro de 2011

Nova


Mudar, se modificar. Ter a capacidade de ser aquilo que quer ser!

sábado, 17 de setembro de 2011

Da noite de hoje

É engraçado notar que as vezes temos o dom de estragar aquilo que temos. E depois ainda culpamos qualquer coisa para encobrir esses nossos tropeços. Queria eu sempre fazer o certo, o certo para que saísse sempre feliz, para que as pessoas que amo ficassem felizes. Sempre as melhores decisões. Mas, como a criança perdida que ainda sou, sempre prefiro escolher o caminho errado, a maneira errada de guiar as minhas atitudes.
Um dia crescer .. amadurecer não seria ruim.
Só peço para não perder aquilo de lindo que tenho comigo, que é novo, que vem me surpreendendo e me fazendo descobrir muito de mim.
Sei que ninguém vai ler estas palavras escritas.. prefiro assim, uma maneira mais bonita de esconder o que me faz ter vergonha.

terça-feira, 8 de março de 2011


Nada deveria interessar aqui.
Se me lê, sem dúvidas não sabe o que fazer melhor com o tempo. Então, um único conselho, talvez não de amiga, pois isso é para poucos, mas conselho desta que escreve. Não deixe que o tempo escape pelo vão de seus dedos. Ele é tão leviano, e tão discretamente curto, que ao notá-lo, já é passado.
E sobre mim, pela primeira vez, escrevo algo para terceiros. E não para mim mesma.
Sou o que nestas palavras está gravado em brasa. Um pouco de cultura, de inutilidade, e compensada em um único amor.
Ridículo, mas todos somos .. enfim.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010



Você... tem o dom, de fazer me sentir mulher. Como nunca nada fez algum dia.E que vejo, que a infância, mesmo que seja presente para sempre dentro de todos aqueles comigo e em mim, agora abre espaço para a nova que agora em diante, viverá.. em diante ao seu lado.

Eu o amo.

Um ano.... de sonhos realizados.

♠♦♠ ‘ O vinho escorria pelos meus lábios, até meu pescoço, percorrendo vagaroso até chegar em meu vestido. Sorria com uma satisfação sobre o que poucos poderiam crer.E me maravilhava, observando o grande anel, que naquela noite circulava a lua. E num lapso de segundos, tive vontade de dançar, como uma bailarina da noite, com uma companhia, talvez valsar em nome do que era meu novo ser. Uma cerimônia , tal como merecia o momento. Mas não poderia cometer tais cerimônias humanas. Não é assim simples quando se está manchada em vinho. Pela noite, alguns sussurros, eles que nada diziam, apenas para tentar por a mim, meu erro. Mas eu não me arrependia. Esses sussurros, se nunca mais se fossem, que ficassem então... seriam minha companhia quando eu tentasse em paz, ficar em meu silêncio infernal. Mais um gole do vinho, que saltava daquelas veias, que ainda pulsavam, naquilo que era quase um cadáver em meus braços. E assim, pude dizer:’

“-Bem vindo... esse é o mundo dos corpos mortos, e almas perdidas.”
Ces Cendres

Atravessei por muito, um mar de coisas novas. Por pouco me afogaram, mas resistia.
De todas as vezes, pelas quais notava aquele mesmo mar. Acabava como tripulante forasteira em um corsário . O primeiro que passasse perto, onde eu pudesse nele me instalar. E via as ondas, deixava que me levassem até o porto e era uma terra nova, uma vista nova.
Partirei desse navio, onde por milésimos foi a naufrágio. E encontrarei novamente, aquele que me esperava no cais. Sempre olhando em direção ao mar. Nos abrigaremos em um farol, onde nossas únicas companhias serão os pássaros livres, e o som das águas batendo nas rochas.
Retirei tudo o que precisava deste lugar... agora está é minha partida.
Desse fim, para um novo começo.

Tudo o que aqui deixo, são palavras... e um passado